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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Redes Sociais são a nova aposta

Profissionais investem em novas ferramentas como estratégia de qualidade na informação

As Organizações Não-Governamentais de trabalho a prevenção e ao apoio de soropositivo se veem diante de um desafio na prática de uma comunicação eficaz, o de tornar atrativa a abordagem do tema para os jovens pernambucanos. A comunicação de uma ONG é uma tendência que se amplia a fim de interagir com diferentes tipos de serviços. O desenvolvimento da internet abriu portas para a comunicação em tempo real, com criações de redes sociais, sites de notícias com total armazenamento de informações que podem ser acessadas de qualquer lugar a qualquer momento. Trabalho conjunto com diferentes veículos de comunicação, parcerias com instituições nacionais e internacionais, palestras e ações individuais fazem parte da estratégia para uma comunicação de qualidade.

O processo de profissionalização da comunicação nas ONGs é parte fundamental na sua estruturação e manutenção da sua finalidade, passando a contar com profissionais especializados que traçam estratégias específicas para seu público alvo.

Grupos como GTP+ ( Grupo de Trabalho em Prevenção Posithivo), que abordam a questão dos soropositivos, contam com o auxílio da imprensa, local e nacional, para divulgação de seus eventos com o envio de release (novidades da equipe de assessoria, que possam virar notícia). No campo de Internet há blogs, site da instituição, redes sociais como Orkut e Twitter, que visam atender a grande parcela de jovens conectados.

Apesar do crescimento da nova forma de se divulgar informação, a ONG não abrem mão do contato direto com a promoção de campanhas de sensibilização sobre a AIDS para sociedade cívil e pessoas formadoras de opinião, palestras de apoio jurídico, psicológico em hospitais, escolas, e acompanhamento individual.

Coordenadora do departamento de comunicação da GTP+, Emanuela Castro destaca a dificuldadeda mídia em criar pautas: " Em Pernambuco é muito complicado realizar uma cobertura do tema AIDS porque há a questão da preservação da imagem, exigida pelos portadores do vírus, que se sentem discriminados", afirma.

Segundo Emanuela, no Estado não há políticas públicas suficientes para suprir a demanda e que é necessária a criação de projetos políticos, de ação coletiva, para promover conhecimento nas áreas de direitos humanos, prevenção ao HIV/AIDS, sexualidade e cidadania.

Por Jussania Silva

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